segunda-feira, 21 de março de 2011

Textos para 7a. série / 8o. ano - 1o. bimestre

1. O meio natural: o contexto do senhor dos ventos
Profa. Celina – Geografia – 7ª. Série

Vamos compreender a produção do espaço mundial como um processo econômico e político na escala da longa duração. A idéia de mundo mudou ao longo de séculos, de acordo com as características sociais e políticas de cada sociedade e do acúmulo de conhecimentos científicos e tecnológicos produzidos em diferentes épocas. Mas é difícil imaginar como os antigos representavam o planeta Terra. Então, um primeiro passo é relacionar as formas de representação da Terra com a cosmovisão (como era a situação, universo) do homem medieval.
Na Idade Média, foram produzidos muitos mapas, mas quase todos dominados pelo sentido cristão do sobrenatural.
Os mais famosos, conhecidos como mapas T-O, representavam o mundo habitado como um disco chato (“O”), centrado em Jerusalém. A divisão entre os três continentes conhecidos (Europa, Ásia e África) era representada por meio de cursos d’água, que formavam o “T”. Um exemplo é o “Mapa-mundi de Sallustio, século IV”, na página 3 no caderno do aluno.
A figura “Conceito cosmográfico de geógrafo cristão, século XI” na mesma página é um exemplo da cosmovisão dos sábios medievais de inspiração aristotélica e bíblica, ordenada em esferas, tendo a Terra no centro do mundo e em volta dela a água e em volta da água o ar, demonstrando perfeito equilíbrio e simetria que somente a criação divina seria capaz de produzir. Essa cosmovisão também está na descrição do mundo feita pelo suíço Joaquim Vadiano, em 1515:


“Como se ela fosse uma espécie de torrão, do qual uma parte emerge do oceano muito vasto e que, com a água sob a qual ela em parte se esconde e donde uma parte ela emerge, constitui uma única rotundidade (redondo).”
Fonte: Joachim Vadianus (1515) apud RANDLES, W. G. L.
Da Terra plana ao globo terrestre. Lisboa: Gradiva, 1990. p. 60.



A “Carta de Ebstorf, Gervásio de Tilbury, 1284”, na página 5 no caderno do aluno, com quatro metros de altura e uma impressionante riqueza de detalhes, representa o mundo como o corpo de Cristo, cuja cabeça, mãos e pés ultrapassam as margens circulares da moldura, rica em pormenores acerca de passagens bíblicas e de representações de terras mais distantes, como a África.
As visões de mundo analisadas refletem as tecnologias disponíveis para o conhecimento e a representação do planeta em cada momento da História e o contexto cultural no qual foram produzidas. Assim, a história da cartografia é também a história de como a humanidade refletiu sobre as características do mundo e de si mesma, em tempos sociais diferentes.

As cartas de navegação e a leitura do rumo dos ventos
As condições técnicas da época propiciaram uma visão do mundo em esferas, sendo a Terra uma única massa rochosa cercada pelo Oceano Atlântico. Durante três séculos, a humanidade conviveu com outro tipo de conhecimento cartográfico, que produziu as chamadas Cartas Portulanas. Elas eram conhecidas para fins práticos de navegação e representavam, mais ou menos, os mesmos elementos: o Mar Mediterrâneo e o Mar Negro, com grande grau de precisão, e parte do Oceano Atlântico até a Irlanda. As cartas portulanas indicavam, com precisão, o rumo dos ventos, as linhas paralelas próximas ao Equador, os portos, os cabos e as enseadas.
Diferente do mundo imaginário dos eclesiásticos (padres, sacerdote, membros da igreja), as cartas portulanas foram baseadas em medições feitas com o astrolábio, um instrumento utilizado pelos astrônomos para indicar a posição dos astros no céu e calculava as medidas angulares de objetos usando astros visíveis no céu como principal referência.

A façanha de Colombo
Até agora, vocês compararam as diferentes visões de mundo coexistentes no século XV.
Um bom exemplo da utilização das forças da natureza a favor dos objetivos humanos, como se caracteriza o período das expansões marítimas foi a travessia do Atlântico por Cristóvão Colombo. Antes da viagem de Colombo, os europeus imaginavam que o mundo era formado por três partes: Europa, Ásia e África.
Até a invenção do navio a vapor, a navegação oceânica dependia fundamentalmente da direção dos ventos e das correntes marinhas. Por isso, os padrões de circulação geral da atmosfera, para os grandes navegadores dos séculos XV, XVI e XVII, foram muito importantes.
A figura “Padrão geral de circulação da atmosfera”, na página 7 do caderno do aluno, destaca os ventos alísios de nordeste e sudeste e os ventos de oeste (lado direito).
Como os navegadores europeus, tais como Colombo, puderam alcançar a América e depois regressar à Europa, sendo que os ventos que sopravam a favor e ajudavam a mover os barcos na ida eram ventos contrários na volta? Os navegadores não retornavam pelo mesmo caminho! Era preciso encontrar uma rota favorável para a volta, diferente do caminho que havia sido utilizado na ida. A esquadra de Colombo utilizou-se dos ventos alísios de nordeste para tomar o rumo das Américas e os ventos de oeste para retornar à Europa.
Os ventos alísios de Nordeste e Sudeste são resultantes da influência do movimento de rotação, que move a Terra de oeste para leste. A “Rota da primeira viagem de Cristóvão Colombo”, na página 8 do caderno do aluno, mostra o percurso e percebemos que ele tirou proveito da direção dos ventos e das correntes marítimas. O referido navegador utilizou-se dos conhecimentos náuticos de sua época e adotou os procedimentos técnicos das cartas portulanas para a navegação em alto-mar. Por isso, Cristóvão ficou conhecido como “senhor dos ventos”, por causa de seu conhecimento sobre os ventos alísios e de oeste, que o auxiliaram a traçar a melhor rota para a sua primeira expedição.

Globalização em tempo de expansão marítima: as vantagens comparativas da Espanha e de Portugal
Para finalizar o estudo da Geografia do período das grandes navegações, vamos analisar o mapa “Territórios coloniais portugueses e espanhóis, século XVIII”, na página 9 do caderno do aluno. A Espanha e Portugal ocuparam as maiores extensões territoriais por apresentarem condições políticas favoráveis à realização da expansão ultramarina (unificação da nação em torno do rei, o maior financiador das expedições marítimas) e acumularem conhecimentos preciosos dos “segredos do mar” (domínio que esses países exerciam sobre as técnicas de navegação). Outro fator importante foi sua posição geográfica, que favoreceu as grandes navegações desses países.

2. O meio técnico: a força das máquinas na produção e na circulação

O meio técnico é produto da Revolução Industrial. Embora as técnicas sejam quase tão antigas quanto a humanidade, apenas no final do século XVIII, com a emergência da indústria, a capacidade produtiva humana tornou-se suficiente para transformar extensa e profundamente a superfície terrestre.
A Revolução Industrial representou a substituição do uso da energia humana ou animal pela energia mecânica nos processos de produção de artefatos. A combustão do carvão mineral e a máquina a vapor expandiram a capacidade produtiva humana e inauguraram a era industrial. As ferrovias e os navios a vapor promoveram uma revolução nos meios de transporte, desencadeando um crescimento inédito do comércio internacional.
Os ciclos iniciais da era industrial abriram as portas para a formação da economia-mundo, ou seja, para a incorporação de todos os povos e continentes nos fluxos mercantis e circuitos de investimentos centralizados pelas potências industriais. Foi então que o imperialismo (política de expansão e domínio territorial e/ou econômico de uma nação sobre outras) — anexando novas áreas coloniais na África e na Ásia e influenciando fortemente regiões da América Latina — criou um verdadeiro mercado de dimensões planetárias e uma nova divisão internacional do trabalho.
O traçado das ferrovias ilumina uma das características essenciais da Geografia produzida pelo imperialismo. Nos países industrializados da Europa, foram construídos troncos principais complementados por uma densa rede de trilhos que se espalham em todas as direções, facilitando o transporte no interior do território e unificando o mercado interno. Nos Estados Unidos, os grandes ramais ferroviários cortaram transversalmente o território e ajudaram a conquistar e integrar o oeste agrícola ao nordeste industrial.
Contudo, na África, Ásia e América Latina, as ferrovias nasceram para ligar as regiões produtoras de matérias-primas aos portos exportadores. A configuração da rede ferroviária da África, no século XIX, serve de espelho para compreender a organização do espaço produzida pelo imperialismo: o mercado externo funcionava como principal motor da economia e as redes de transporte, em vez de integrar, fragmentavam os espaços nacionais.
Para analisar esse novo contexto, vamos articular diferentes paisagens características do meio técnico, por meio da leitura de textos, fotografia e mapas.
Nas imagens “Litografia do século XIX representando a área industrial de Sheffield, cidade ao norte da Inglaterra” e “Gravura do século XIX representando fábrica têxtil do empresário Titus Salt, na cidade de Bradford, no norte da Inglaterra” da página 13 do caderno do aluno, identificamos evidências do impacto da atividade industrial na produção do espaço geográfico. As características ambientais de uma típica cidade industrial do século XIX, tais como insalubridade (nocivo à saúde, não saudável) e poluição, alteram profundamente a qualidade de vida de seus habitantes, as condições ambientais da cidade e a vida cotidiana com a instalação de indústrias.

O impacto da Revolução Industrial no mundo
A Revolução Industrial gerou impactos na produção do espaço mundial. O surgimento da indústria é uma revolução não somente técnica, mas social e econômica, porque transformou completamente o mundo em um sistema técnico único e integrado.
Surgiram os navios a vapor e as ferrovias, que tornaram as viagens inter e intracontinentais (intercontinentais quer dizer para outros continentes e intracontinentais, no mesmo continente) muito mais rápidas e seguras e possibilitaram a ampliação dos fluxos de mercadorias e de pessoas entre os países.
A indústria provocou um impacto local e global: aos poucos destruiu as antigas corporações de artesão e reforçou a divisão internacional do trabalho entre países industriais e os fornecedores de matéria-prima. Os textos 1 e 2 de Raul Borges Guimarães, na página 14 do caderno do aluno, explicam esse momento.

O meio técnico e o encurtamento das distâncias
            Os mapas “África: político” e “Europa: político” nas páginas 16 e 17 do caderno do aluno apresentam a malha ferroviária da África e da Europa. A distribuição das ferrovias pelos continentes, relacionando com a organização do espaço com as características do período do meio técnico, evidencia:
- a malha ferroviária da Europa (mais densa) unificava seus mercados internos, servindo principalmente aos mercados do próprio continente;
- o espaço ferroviário da África (com poucas ferrovias) tinha como estratégia colonial, o favorecimento da exploração dos recursos da colônia, conectando as regiões produtoras de matérias-primas agrícolas e minerais – no interior – até os portos de exportação – no litoral –, não articulando os mercados internos do continente;
- o mesmo acontece com as malhas ferroviárias dos Estados Unidos (que tem o caso semelhante ao da Europa) e América do Sul (semelhante à África).

3. O meio técnico-científico e a inclusão no mundo digital

            As revoluções tecnocientífica e informacional se desenvolveram a partir da década de 70. Os extraordinários avanços nas técnicas de armazenamento e processamento de informações foram potencializados pelas redes digitais, cabos de fibra ótica e satélites de comunicações. Da mesma forma, devemos considerar o novo ciclo de inovações (cujos fundamentos repousam sobre a “revolução da informação”), os avanços da biotecnologia, a automatização e a robotização dos processos produtivos, a descoberta de novos materiais e de novas tecnologias de geração de energia.
Podemos relacionar essas mudanças ao ciclo de inovações que envolveram outros campos, assentados sobre a aplicação da ciência às tecnologias de produção. É o que ocorre com a química fina (área de pesquisa e fabricação de novos medicamentos), com a biotecnologia e suas aplicações na medicina e na agricultura, com a robótica e com a automação industrial, que tem se intensificado. Também podemos relacionar tais processos com a difusão de mercadorias nascidas dessas tecnologias nas indústrias tradicionais, reinventando seus produtos e processos de produção. Ou com a disseminação da informática no setor financeiro, na indústria, nos sistemas de administração pública e privada, nos serviços de transportes, na saúde e na educação.
Vivemos em um mundo no qual o ciberespaço (ou espaço virtual) está em toda parte. Praticamente todas as pessoas estão envolvidas, num certo grau, com o espaço virtual. Apesar do crescimento exponencial da internet, a distribuição de seus usuários ainda é muito desigual. Metade deles está concentrada em países da Europa, nos Estados Unidos e no Canadá, como observamos no gráfico “Mundo: crescimento do uso de internet, 2000-2006”, na página 21 do caderno do aluno. No Brasil, o uso da internet é mais disseminado nos estados do centro-sul: Mato Grosso, Espírito Santo, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, onde apresentam o maior percentual de uso da internet (“Brasil: uso da internet, 2005”, na página 20 do caderno do aluno).
Hoje, o ciberespaço transformou-se em um grande negócio. Os programas de busca fazem sucesso entre os internautas porque é difícil encontrar as informações e navegar pela internet, uma vez que existem milhões de páginas para serem visitadas pelos usuários. As diferenças entre os navegadores da internet e os navegadores dos mares são grandes. Por exemplo, Enquanto o navegador genovês Cristóvão Colombo era financiado pelos reis da Espanha, os criadores de programas de busca da internet são jovens estudantes de universidades norte-americanas.
Este novo mundo virtual, o ciberespaço, é capaz de interligar diferentes pontos do planeta quase instantaneamente, e tem representado a intensidade dos fluxos de idéias e de informações que atravessam o planeta. A @ (arroba) ou www (world wide web, ou rede de alcance mundial, numa tradução livre para o português) são formas de representação do ciberespaço.

O significado das redes de informação
Vamos retomar uma comparação do meio técnico do período industrial com as características do período atual, denominado de meio tecnocientífico informacional.
O meio técnico do período industrial caracterizava-se pelo predomínio da indústria e da transferência de matéria por meio de redes de transportes como ferrovias e rodovias. O meio tecnocientífico informacional do período atual caracteriza-se pelo predomínio das finanças e da transferência de capitais e informações por meio de redes de comunicações de alta tecnologia. Enquanto as redes de comunicações do meio técnico industrial eram sistemas de rádio, telefonia e televisão analógicos, com transmissão separada de palavras, sons e imagens, as redes de comunicações nascidas com a informática, nos dias atuais, transferem “pacotes digitais” de informação que são interpretados como texto, som ou imagem.
A tecnologia de compressão digital proporciona, hoje, o aumento assombroso da velocidade e da quantidade de informação transmitida, além da convergência de diferentes tipos de mídia. Em função de tais características, os países que detêm o desenvolvimento científico e tecnológico desse tipo de produto tornaram-se extremamente poderosos e apresentam vantagens comparativas que os tornam cada vez mais ricos aumentando o “abismo tecnológico” que separa os países e regiões prósperos dos países e regiões pobres.
            Vamos analisar, criticamente, o surgimento desta nova dimensão de espaço, o virtual, ou o novo sentido da própria idéia de “navegação”.
O vocabulário dos usuários da internet é repleto de imagens que fazem referência ao mar, como por exemplo, navegar pela rede mundial, navegador da internet, a ação dos piratas da internet, dentre outras. O sentido da metáfora é claro. Mais de 250 milhões de internautas do mundo inteiro buscam descobrir sites nunca antes visitados. E navegar na internet tornou-se uma tarefa similar ao de se procurar “agulhas perdidas no palheiro”. Se em 1995 havia 10 milhões de páginas na internet, em 2006 o número ultrapassou a incrível marca de 100 milhões! Para ser mais exato, em 2006 eram 101,4 milhões de páginas, das quais 27 milhões entraram no ar somente naquele ano, criando uma espécie de planeta virtual, onde as pessoas (a sociedade da informação) se relacionam virtualmente, por meios eletrônicos.
No mundo contemporâneo, as tecnologias de informação são parte cada vez mais importante do cotidiano das empresas e das pessoas. Por exemplo, na gestão empresarial, no comércio e na vida cotidiana, as pessoas usam os programas de computador para se conectar com amigos e familiares.

4. Análise crítica do processo de globalização contemporânea (uso do vídeo)

O foco desse capítulo será estudar os efeitos da globalização e da integração dos mercados mundiais em um país africano, por meio de um documentário que mostra os efeitos do ingresso das roupas de segunda mão sobre a indústria têxtil de um país africano.
A intensificação dos fluxos comerciais entre os países é uma das características do processo de globalização. Esse processo pode ter efeitos perversos sobre os mercados locais, principalmente nos países mais pobres, o que pode resultar desigualdades internacionais no processo.
Nem sempre a “ajuda internacional” contribui para a melhoria da qualidade de vida das pessoas. Melhor seria apresentar alternativas de ajuda, mais eficazes, como o compartilhamento de tecnologias agrícolas e industriais que pudessem, de fato, incrementar o sistema produtivo dos países mais pobres do planeta. Atitudes solidárias são fundamentais, mas é necessário um estudo criterioso para que essas ações apresentem resultados efetivos de inclusão social.
Vamos assistir ao filme “Camisetas viajando” e depois trabalhar com as situações propostas no caderno do aluno, nas páginas 27 e 28.

14 comentários:

  1. caraka meu professor heithor da escola bento pereira da rocha vila guacuri pedio negocio assim mas ñ sabia q erra taõ grande

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  2. Professora eu gostaria da sua autorização para usar alguns de seus textos em minhas aulas.

    jrobertsp@blogspot.com

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    1. Boa noite, Roberto


      Pode usar sim, sem problemas.


      Se encontrar alguma passagem de difícil compreensão ou erros, me comunique. Ficarei grata!


      Estou reeditando os textos, mas em ritmo lento.



      Att,


      Profa. Celina

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Olá Professora Celina.
    Posso utilizá-los também?

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  5. Pode sim, Bianca. E se encontrar algum erro, me avise. Estou editando os textos, mas não consegui terminar.

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  6. Parabéns pela iniciativa Profª, gostei muito dos seus textos !

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  7. Professora Celina,

    Sou recém formada em Licenciatura em Geografia e gostaria de agradecer muito por suas postagens, confesso me ajuda muito em minhas aulas.

    Muito Grata e Parabéns!

    Prof.ª Cynthia

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  8. prof celine ou elguem que ler este recado,envie esses textos no meu e-mail ,pois nao estou conseguindo copiar e colar.
    preciso urgenteee!!!!!!!!!

    wanessinhafurtado_01@hotmail.com

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  9. Prof é a senhora tem texto: O meio tecnico e o encurtamento das distancias

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  10. Profª Celina, quero parabenizá-la pelos textos. Só uma pergunta: Eu posso explicá-los ou terei que procurar mais complementos? Como seria no uso do vídeo?

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  11. Eu poderia aplicá-lo em sala de aula?
    Abraço

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  12. Muito bom, ajudou bastante pra quem esta comen¢ando foi otimo, parabens pela atitude.

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